O Dia Z: Nesse dia, algo – provocado por alguém ou naturalmente criado – acontecerá e o temido vírus transformará humanos e animais em zumbis, mortos-vivos, andantes ou qualquer outra denominação que os livros, TV e cinema já tenham criado para seres comedores de carne. Tudo nesse dia vai depender muito em que cidade você está e que tipos de autoridades cuidam da mesma. Porém, se observarmos, como exemplo, que as tragédias provocadas pelas chuvas ou a violência urbana não são resolvidas pelo governo e por nós mesmos (pois também somos responsáveis), imaginem como vamos lidar com um vírus tão perigoso. Somem isso à falta de educação e informação que, infelizmente, muitos brasileiros possuem.
A Notícia: Sabemos que os brasileiros são muito dependentes da televisão, principalmente da programação aberta que está disponível para praticamente todo o país. Como será que os telejornais brasileiros – principais veículos de informação para muitos brasileiros – informariam a população de um ataque zumbi que se aproxima? Convenhamos: alguns telejornais (até os maiores e mais respeitados) ainda chamam a internet de “rede mundial de computadores” ou o Grammy de “o Oscar da música”. Como eles nomeariam um zumbi? Por exemplo: a notícia “um vírus letal está contaminando pessoas no norte da Suécia e transformando-as em comedores de carne” poderia chegar aqui como “na Suécia, uma super bactéria deixou trinta pessoas no hospital, após almoço em restaurante”.
Notem que os casos que desafiam o governo e ou as grandes corporações são totalmente manipulados e muitas das pessoas que não possuem internet ou educação caem na notícia moldada pelos editores. Peguem, como exemplo, os recentes casos de “Pinheirinho” e das manifestações internéticas contra a SOPA/PIPA e percebam como boa parte da TV é ridícula e trabalha como fantoches. É por isso que nunca devemos deixar de proteger a internet, que ainda é o meio mais neutro do controle de informações, principalmente em redes sociais, blogs e sites que não estejam ligados a grandes grupos. A censura é algo terrível. Já ouviram falar que a comunicação é considerada o quarto poder?
FILMES & SÉRIES
Qualquer fã de zumbis já deve saber que a série “The Walking Dead” está de volta com a última parte de sua segunda temporada. Rick e os outros sobreviventes iniciaram a nova fase com o episódio “Nebraska”, que estreou por aqui no último dia 14 de fevereiro na Fox, canal de TV por assinatura. Comenta-se que, devido ao grande sucesso da série, outras atrações poderão surgir. Nos cinemas, o filme “’World War Z”, com Brad Pitt, pode ser uma das grandes apostas, se tornando até uma franquia.
Com o guia acima consideramos que enfrentaremos zumbis parecidos àqueles que vimos na série, no entanto os filmes já mostraram que epidemias podem ocorrer de distintas formas e provocar vários tipos de reações nos sobreviventes. Esses dez filmes apresentam bem a ideia de como os zumbis poderão ser e quais serão os resultados provocados pelo vírus na humanidade: os assustadores e velozes zumbis de “Extermínio”, a comédia de “Zumbilândia”, a amizade em “Fido – O Mascote”, o romance de “Todo Mundo Quase Morto”, o exagero e a ação de “Grindhouse: Planeta Terror”, a tensão de “Madrugada dos Mortos” (o elogiado remake de Zack Snyder), a nostalgia de “A Volta dos Mortos Vivos”, o trash sangrento de “Fome Animal”, a adrenalina da franquia “Resident Evil” e o eterno clássico “A Noite dos Mortos Vivos”, do mestre Geroge A. Romero. O recente “Contágio” mostrou como o surgimento de um vírus desconhecido pode ser assustador e, apesar de não ser um filme sobre mortos-vivos, deixar a humanidade totalmente imune e desesperada com as contaminações. A cena em que a personagem de Kate Winslet (“O Leitor”) contrai o vírus no hotel é só um exemplo da sutileza que pode ser a contaminação de um vírus letal e o caos que ele provoca em seguida.
VOCÊ ESTÁ PRONTO!?
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